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FAQs Superior

Qual a importância da formação extra-faculdade e da prática de atividades extracurriculares?

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Podemos pensar que a formação fora da faculdade ou as atividades que praticamos (ou não praticamos) não têm qualquer importância para o nosso futuro, além do bem-estar que nos proporcionam e do que aprendemos com elas. Mas, além disso, a prática de desportos, cursos de línguas, música, teatro, entre outros, podem ser aspetos importantes a incluir no nosso currículo. É verdade! Quando a experiência profissional é reduzida, temos de apostar noutras coisas para nos diferenciarmos do resto das pessoas, e essas atividades podem ser essa diferença. Além disso, por essas práticas podem-se deduzir características importantes, como capacidade de cumprir regras, trabalhar em equipa, organizar eventos, entre outras. Experiências que podem ser consideradas interessantes incluem pertencer a uma associação de estudantes, fazer voluntariado, fazer parte de uma tuna, receber os novos alunos… Tudo atividades, que para além de te fazerem sentir bem e te ensinarem coisas novas, podem representar um ponto adicional no teu futuro currículo, que te ajuda a diferenciar dos outros.

E se depois de entrar no ensino superior quiser mudar de curso?

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Às vezes temos determinadas expectativas que não são cumpridas. Se estás num determinado curso e tens a certeza que esse curso não é para ti, existe uma modalidade especial a que se chama mudança de curso. Assim, podes concorrer a outro curso e existem vagas reservadas para os estudantes que pedem mudança de curso. Além desta, depois de estares no ensino superior podes ainda pedir transferência para outra instituição (para o mesmo curso). Caso tenhas de interromper o curso e depois queiras retomar também não tens de concorrer outra vez com exames nacionais! Existe uma modalidade chamada reingresso, que te permite entrar novamente no curso e instituição em que estavas.

Existem apoios para que eu possa frequentar o ensino superior?

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Sim existem!

Cada instituição tem um SAS (Serviços de Ação Social) ou um GAS (Gabinete de Ação Social) ao qual podes recorrer para te esclareceres melhor sobre estas questões e te candidatares a bolsas. Estas são as bolsas sociais, mas existem outras bolsas, como as bolsas de mérito (que normalmente implicam a manutenção de uma determinada média) e bolsas que são concedidas por entidades particulares, pelo que deves estar atento e informares-te bem das suas condições.

Existem outras coisas que podem ajudar a tornar este período mais leve, economicamente falando, como a aquisição de livros usados, o recurso a bancos de livros, ou estar atento aos descontos das editoras (normalmente mais vantajosos para negócios online). Os bancos também têm condições especiais para estudantes que podem ser úteis.

O que são pré-requisitos e para que servem?

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Alguns cursos necessitam que o candidato cumpra determinadas condições, por exemplo, em termos de saúde física. É para isso que servem os pré-requisitos, para comprovar que és detentor de determinados atributos, que podem ser de natureza física, funcional ou vocacional, e que são considerados essenciais para a frequência de determinado curso. Deves ver com atenção se o(s) curso(s) que pretendes exigem estes pré-requisitos (nem todos têm e o mesmo curso pode ter ou não, consoante a instituição) e o que deves fazer, e quando, para os conseguires, uma vez que são de caráter obrigatório, ou seja, se não os tiveres és eliminado do concurso (independentemente da média, exames, etc.).

O que são provas de ingresso?

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As provas de ingresso são os exames nacionais que cada instituição pede como critério obrigatório para acederes a determinado curso. Por exemplo, se estiveres a concorrer a Medicina Dentária, na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, deves ter feito exame nacional a um dos seguintes conjuntos: Biologia e Geologia e Física e Química, ou Biologia e Geologia e Matemática.

Que passos devo seguir para me candidatar ao ensino superior?

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Primeiro deves saber quais as provas de ingresso para o(s) curso(s) a que te queres candidatar, para te inscreveres nas mesmas (sempre tendo em atenção os códigos das disciplinas).

Ainda não se sabem as datas de inscrição na 1ª fase dos Exames Nacionais, mas esta é obrigatória, e costuma ser divulgada em meados de Março. Também deves estar atento/a e veres se os cursos que pretendes seguir têm, ou não, pré-requisitos que deves satisfazer, quais são, como se preenchem e em que altura. Deves também pedir a senha para a plataforma de acesso de acesso ao ensino superior, normalmente por volta do mês de Fevereiro. Preenches o formulário, e depois de receberes um e-mail com a senha deves validá-la na tua escola, para que depois os teus dados (por exemplo, notas finais e exames) fiquem automaticamente acessíveis na plataforma. Depois de teres feito os exames (ufa!) deves pedir a ficha ENES na tua escola, um documento que comprova os exames realizados e respetivas classificações. Esta ficha tem também um código a ser usado quando fores fazer a candidatura no ensino superior. Pronto! Depois tens de, quando chegar a altura, preencher o formulário, e indicares os cursos a que te queres candidatar e a ordem de preferência.

Como posso aceder ao ensino superior?

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Existem várias formas de acesso ao ensino superior. Tens de ver qual a melhor para ti!

Cada forma implica determinadas condições obrigatórias. Por norma, a maioria das pessoas entra no ensino superior através do chamado contingente normal, ou seja, deve ter o ensino secundário concluído e fazer os exames nacionais que constituem provas de ingresso para o curso que quer, sendo que o critério de entrada é a média do(s) exame(s) e a média final do secundário.

Depois existem ainda os contingentes especiais, que se dirigem a casos particulares, e que têm vagas específicas, ou seja, pode acontecer que entres mesmo com uma média inferior à do contingente geral. Podes concorrer através de um contingente especial se fores oriundo da Madeira ou dos Açores, por exemplo.

Existem também contingentes especiais para candidatos emigrantes portugueses e familiares, candidatos militares em regime de contrato e para candidatos portadores de deficiência física ou sensorial.